O halterofilismo ao nível do desporto adaptado será a grande novidade de
Angola nos Jogos Africanos a decorrerem de 4 a 19 de Setembro no Congo
Brazzaville, de acordo com o chefe da delegação angolana ao evento, António da Luz.
Depois do atletismo e
da natação que estrearam nos Jogos de Joanesburgo em 1999, surge agora o
halterofilismo como terceira modalidade adaptada num evento do género.
Em declarações nesta
quarta-feira à Angop, em Luanda, a propósito da preparação da competição
continental, António da Luz afirmou que será igualmente integrada à delegação
nacional a esgrima, totalizando onze modalidades, juntamente com o atletismo,
andebol, basquetebol, natação, voleibol de praia, karaté-dó, Judo, atletismo
para deficientes (todas nas duas classes) e boxe apenas em masculino.
O ténis foi excluído
pela comissão preparatória nacional, enquanto o xadrez e canoagem estarão
ausentes por decisão do Comité Organizador (COJA). As duas últimas eram
consideradas potenciais candidatas a medalha por parte de Angola, de acordo com
o interlocutor.
O também
secretário-geral do Comité Paralímpico Angolano (CPA) explicou que o
halterofilismo adaptado e a esgrima participarão com dois atletas cada, numa
missão cujo objectivo é a melhoria do décimo lugar alcançado em 2011 em Maputo
(Moçambique).
Na edição de Maputo,
onde participaram 36 países, Angola foi décimo colocado com 26 medalhas, das
quais seis de ouro, dez de prata e o mesmo número de bronze.
Os jogos de
Brazzaville visa comemorar os 50 anos de existência desta competição
continental, depois da primeira edição ocorrida justamente naquele país, em
1965.

Nenhum comentário:
Postar um comentário