terça-feira, 23 de junho de 2015

Académica pentacampeão de São Vicente

A Académica sagrou-se campeão da época 2014-2015 na noite de sábado depois de derrotar o Mindel Vets por 74-63, alcançando assim o seu titulo de pentacampeão em basquetebol de São Vicente.
Depois dos longos quatro períodos, a Equipa de Cula Monteiro conseguiu estar sempre em vantagem frente ao adversário.
No início do primeiro período o Mindel Vets entra com muita determinação, sempre com o adversário na tentativa de abrandar o seu ritmo.
A Académica, depois de alguns minutos, dá espaço de manobra ao Mindel Vets equilibrando o placar.
Com a maioria de marcação de três pontos, a Académica lançou-se na frente do marcador. Com a oportunidade de mudar o placar, os Mindel Vets tentam fazer frente ao Académica conseguindo chegar a distância de um ponto de diferença.

Nos dois últimos períodos é o Académica que consolida as suas jogadas através de Evandro Delgado na marcação de três pontos e Jason Correia pelos passes de maior rapidez, possibilitando a equipa sagra-se campeão, conquistando o título de pentacampeão de São Vicente.

domingo, 21 de junho de 2015

Danilson Perreira e Adilson Spencer vencem Artenara Trail nas Canarias.

                                
Os maratonistas Adilson spencer e Danilson pereira conquistaram na manha deste sábado as provas de Antenara Trail, realizada na ilha de Canárias.










Danilson pereira provou o seu favoritismo na prova de maratona  trinta e três kilometro e meio.
O maratonista da equipa de Emicella terminou a prova em duas horas e quarenta e cinco minutos Danilson voltou a levantar a bandeira nacional depois de quebrar o record da maratona de transvulcanea 2015 na ilha de Las palmas.
Adilson Spencer também foi o mais veloz na prova de dezasseis kilometros enquadrado na Antenara trail.
Adilson esta nas canárias por um período de três meses em preparação completou a prova em uma hora e trinta minutos .

Os atletas voltam a cabo verde nesta terça feira, irao iniciar a preparação  para Próxima Prova Tinajo X-Race,Lazarote.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Léléco nomeado um dos melhores jogadores CNS

O site Agente Desportivo, com ajuda dos leitores, escolheu os melhores futebolistas que actuaram no Campeonato Nacional de Seniores (CNS), época 2014/2015.
O Agente Desportivo abriu a votação e os leitores teriam de votar em cada jogador para cada posição, antes disso o leitor teria de escolher em qual zona queria votar, sul ou norte, e só depois escolher entre os melhores.
Na melhor equipa do CNS Sul o médio Léléco foi escolhido para integrar o onze. O jogador do Operário dos Açores foi um dos jogadores do clube a marcar presença no onze.

O médio antes de vir a Portugal jogava no Boavista da Praia, já nas terras lusas jogou em quatro equipas. Começou em 2011 onde actuou no Estrela Vendas Novas, Madalena, Juventude Évora (duas épocas) e Operário, nesta ultima época, onde efectuou 33 jogos marcando cinco golos.

Levando a Capoeira para deferentes cantos do Mundo

Carlos Pereira ou simplesmente mestre Xexeu começou na capoeira aos 7 anos foi treinando até descobrir o amor por esta modalidade que o levou a percorrer  vários estados do Brasil para aprimorar os seus conhecimentos .
A capoeira para ele hoje sanguifica educar, também significa uma rica cultura, ter contactos com outras realidades, estabelecer laços de amizade, inserção social, è também um veiculo principalmente de motivação para outras pessoas.
O interesse em vir a cabo verde surgiu em 1998 quando começou a ter ligações com Humberto que viria a ser o seu aluno e começou a falar da possibilidade de trazer a capoeira para Cabo Verde, para ele foi uma boa oportunidade de pôr em pratica o que tinha nos seus discursos que era nobre mas na verdade não tinha nada haver com a realidade com que ele trabalhava.
No dia 7 de Abril de 2002 decidiu vir a cabo verde, encontrou muito talento e muita matéria prima para desenvolver o seu projecto. Consegui desenvolver o seu trabalho e sente-se realizado por ver seus alunos formados a levar esta modalidade para outros cantos do mundo desenvolvendo excelentes projectos com a capoeira principalmente na vertente social, também sente-se feliz ao ver que os seus alunos não estão trabalhando com  uma capoeira iluzória mas sim uma que e firme e que e alimentada pela realidade.
Mestre Xexeu relatou  que não pretende trabalhar com a capoeira.






Já não tenho mais sonhos para com a capoeira mas espero que com a minha vinda  a Praia novas portas possam se abrir e poder vir a  vir a desenvolver um projecto para transmitir metodologias diferenciadas e novos projectos na vertente do desporto, social, e da cultura porque vejo grandes potencialidades na ilha e para que eu possa fazer um trabalho na linha com professores de educação física e mestres em outras modalidades”.

Na praia ele acredita que ainda têm muito a dar para esta modalidade  se os seus antigos alunos colocarem em pratica tudo o que aprenderam.

se ela ira crescer ou não isso só o tempo nos  dirá, mas tem que haver o desenvolvimento de cada capoeirista, pois não defendo ter trazido a capoeira para cabo verde mas sim ter feito uma linhagem de trabalho porque podem aparecer novos mestres com outras metodologias e continuar o trabalho que ele tem vindo a desenvolver a 13 anos”.

Os conselhos que deixa para os seus alunos é de seguir uma linhagem de trabalho para que este não fique só no discurso para que possa haver o companheirismo, colaboração, a troca de informações, a chamada de atenção.
Se tiverem tudo isso a capoeira futuramente ira crescer em cabo verde conclui Xexeu.

Dos Bairros para o reconhecimento nacional.

Bruno Barros de 26 anos jovem licenciado em estatística e gestão de informação, mas dedica a sua vida ao basquete. É o fundador da escola De Basquetebol de Ponta D´água, também dedica o seu tempo jogando, treinado outras pessoas e dirigindo esta modalidade.
Segundo suas palavras o  basquete e o ar que respira, não consegue estar sem treinar um dia essa modalidade.
 Começou a praticar desde os 8 anos na equipa do bairro visto que morava ali perto na zona de Achadinha, mais devido as condições que apresentava na época não pode mais frequentar os treinos.
A EBP começou a partir de uma iniciativa dos jovens de Ponta D’água para o incentivo da pratica do basquete na localidade em 2010, mas a iniciativa só entrou em pratica em Janeiro de 2011.

Segundo Bruno começaram os treinos com apenas 3 alunos mas mesmo assim não desistiram e continuaram atrás do objectivo, com o passar dos tempos as dificuldades foram diminuindo em um mês já tinham uma media de mais ou menos 100 alunos e ganharam mais dinâmica e força de vontade, mas com a falta de matérias muitos alunos perderam o dinamismo e foram desistindo um a um até chegarem a mais ou menos 30 alunos.
Depois da aquisição destes materiais o numero de alunos atingiu outra vez o desejado e desde la não tiveram  decréscimo.

“Os que ficaram ainda hoje estão, e são eles os responsáveis pela nossa qualificação em diferentes categorias” afirmou Bruno
Ainda acrescentou que o maior objectivo é ensinar o basquete na comunidade porque como se sabe as atenções sempre estão voltadas para o futebol e as outras modalidades são sempre mais esquecidas e como gosta muito do basquete resolveu ensinar mais pessoas a adquirir o amor por essa modalidade.

A maior conquista desta escola de EBP segundo o seu fundador  e poder hoje ter uma família, apesar de serem um grupo grande são muito unidos e especial visto que pouca pessoa pratica o basquete em Ponta D´água.
Em termos dos jovens integrantes da escola ganharam oportunidades de convivência com outras realidades muitos podarem representar a escola em outras ilhas e estes intercâmbios são sempre muito futuroso.
Esta escola serve tanto como um meio de passar os tempos livres a praticar desporto como também o amor e a vontade que vemos neles em querer ser campeão.
Bruno adverte que o maior orgulho da EBP foi ganhar o titulo de melhor escola de formação da ilha de Santiago em apenas 3 anos, e por outro lado o maior desafio foi a falta de espaço, ter que dividir o campo com o grupo dos rapazes que praticam futebol.

“O prêmio que ganhamos na gala significa que ponta d´água já esta num nível avançado, depois do prêmio campeão nacional a EBP começou a ser vista com outros olhos estamos adquirindo mais espaços e respeito não só em Ponta D´água.
A comunidade esta apoiar porque esta a ver o resultado dos esforços que estamos a fazer para a elevação o basquete no próprio pais, nos últimos meses temos conseguido muitas vitorias que esta levando a mais divulgações e ao reconhecimento do nosso trabalho não só mais também do aproprio Ponta D´água.

No que tange aos insensitivo Bruno realça que Tem tido muitos intensivos por parte da localidade mais não conseguiram ate agora nenhum tipo de financiamentos parcerias para ajudar nas despesas da escola, por enquanto a escola sustenta-se a partir de ajudas como a Caixa Econômica, as Câmaras Municipais a verba que e disponibilizado pela caixa econômica ajuda  e muito nas despesas básicas sendo que agora adquiriram novas responsabilidades.
Acrescenta ainda que as condições estão melhores por causa de um financiamento que conseguiram no ano passado da Embaixada Americana com o apoio de mais ou menos 380 contos para a aquisição dos matérias.

Bruno confidenciou  que o basquete em Cabo Verde tem se desenvolvido num ritmo muito lento, mais tem-se ainda carências, pois, com o que os tubarões azuis gastam num ano da para reestruturar o desporto por completo no pais.
“Para que o basquete tenha crescimento acredito que temos de mudar os responsáveis do desporto, porque geralmente não se tem apostado nos jovens para mostrar o dinamismo e dar um novo rumo o desporto Cabo-verdiano se apostarem em jovens com certeza o desporto ira atingir um outro nível”

A  maior ambição do EBP e ser campeão em todos os escalões existentes no pais .



Rubem sança acredita que Cabo Verde deve Incentivar e mudar a cultura social


Rubem é internacional Cabo Verdiano que vive na cidade de Lowell, cerca de 40 quilómetros ao norte de Boston.
Começou no mundo da corrida e das maratonas depois de muitos anos de treinamento sob a supervisão do seu actual treinador, Gary Gardner, já sabiam que ele tinha a força e disciplina de que é preciso para ser um bom maratonista.
“Meu treinador me ajudou a formular um plano para permitir fazer a transição nas distâncias de 3 a 5 km, 10 km, meia maratona , eventualmente, a maratona. Em Fevereiro de 2011 fiz o salto para a distância de 10 milhas, um mês depois, em Março de 2011, ganhei a Meia Maratona de New Bedford, em um tempo muito rápido, 1hr 5 minutos 24 segundos.
Daí em diante sabia que estava fisicamente apto e pronto para executar um bom tempo de maratona.”

Rubem ainda nos conta de que em 10 de abril de 2011 viajou para Rotterdam e entrou na maratona executando 2hrs 18 minutos para bater o recorde nacional de Cabo Verde.
Atualmente trabalha como gerente de negócios da Universidade de Massachusetts Lowell,e por causa do horário de trabalho, 8:30-17:30, faz quase todo o seu treinamento sozinho, às vezes no frio, neve e estradas escuras em Lowell, com a orientação do seu treinador da faculdade, que o treina desde 2005.

Além disso, Rubem nos diz que tem várias pessoas que dão conselhos sobre treinamento como o atleta olímpico caboverdianos maratonista, António Zeferino, que mora em Portugal, e não poupa elogios para falar do colega.
 “Ele realmente entende as demandas de um maratonista”.
mas por outro lado através da sua carreira académica na universidade, tem sido capaz de promover a profissão na área de negócios no nível universitário, completou um programa de quatro anos com um Bacharelado em Ciências em Administração de Empresas com concentração em finanças, gestão e economia, além disso, dois anos depois, terminou o  mestrado em administração de empresas (MBA).  realçou Rubem
Ele desabafa que enfrenta muitas dificuldades e muitas vezes são problemas são devido à falta de recursos e à falta de esforço por aqueles do poder.
Vai mais longe ainda.

“ Há uma falta ostentando entidades para atrair patrocinadores caboverdianos, a falta de autoridades do governo para tirar proveito de subsídios e bolsas de estudo internacionais, a falta de entidades governamentais para envolver e ouvir as nossas necessidades , falta de foco no desenvolvimento de programas e normas para a participação internacional nas áreas de desporto.
Sou um atleta internacional cabo-verdiano, alguns dos problemas lá, podem afectar directa e indirectamente o meu progresso como atleta nos EUA.
tenho duas carreiras: como um maratonista e um gerente de negócios da Universidade, as vezes elas se cruzam e tenho que fazer algumas escolhas muito difíceis, como: ao viajar para competir no exterior para representar Cabo Verde, tenho que tirar dias de folga no trabalho,Isso significa que tenho que perder o meu salário de trabalho, além de quaisquer outros encargos financeiros que podem ocorrer durante as minhas viagens.
Acredito que as autoridades cabo-verdianas precisam formular planos mais concretos para facilitar atletas de alto nível em competições internacionais.
Estes planos devem ser feitos acordos entre atletas e autoridades com: procedimentos completos de viagem, informações sobre vistos, arranjo de equipamentos, refeições durante a viagem, hotéis para a estadia, pagamento por perda de salário, informações coaching.
Cabo Verde deve Incentivar e mudar a cultura social para compreender a grande influência do desporto no país, pois o desportos pode reduzir os custos de saúde, melhorar a vida social das pessoas, aumentar o orgulho nacional, mas também destacar o país a nível internacional.”

Rubem relata que momentos mais marcantes no seu percurso desportivo foi a competições internacionais de Cabo Verde, os Jogos da Lusofonia na Índia.
“Foi um momento marcante para ganhar a medalha de ouro nos 5000 metros e cantar o Cântico da Liberdade no pódio do vencedor.
 A minha melhor corrida da série Grand Prix foi o novo meia maratona Bedford. Eu tive um bom desempenho lá contra corredores de alta qualidade, ganhei em 65 minutos e 51 segundos.,por outro lado, sendo colocado em quarentena no aeroporto de São Paulo foi, provavelmente, o meu ponto mais baixo como um atleta, além disso, a cirurgia no joelho e voltar a competir com força total também foi muito difícil.
Em maio de 2014, tinha uma pequena lesão no osso da canela esquerda, escolhi não participar da corrida 5 milhas para que a lesão não piorasse Três semanas depois, eu estava 100% e teve grandes resultados.
Eu ganhei um monte de força mental das situações difíceis que me fizeram um atleta mais forte, de muitas formas”


Para mim, a corrida é mais do que apenas um desporto, é um estilo de vida.
O meu motivo principal em competir é saber que estou influenciando muitas gerações no futuro.
Dan McCarthy é o director de prova da Meia Maratona de New Bedfordque segundo Rubem  entende muito como organizar uma corrida de estrada com sucesso.
 “Eu gostaria que ele pudesse viajar para Cabo Verde e ensinar seu conhecimento para organizadores de corridas do nosso pais”
Rubem ainda nos conta que o seu objectivo para o próximo ano é defender o meu título e ao mesmo tempo competir por Cabo Verde no Campeonato do Mundo de 2015 na maratona.
No futuro, espero fazer uma contribuição no desporto Cabo Verdiano, aplicando o conhecimento nas minhas carreiras académicas e profissionais e também como um atleta internacional.


“falta-nos muita competição em Cabo Verde” Felomena Fortes

A presidente do Comité Olímpico de Cabo Verde Filomena Fortes declara que Cabo Verde tem ainda um longo trabalho a fazer em rol das competições nacionais, como torneios e então poder identificar os melhores para representar o pais na Diáspora.
“Temos que trabalhar uma agenda desportiva ou seja cada federação deverá ter essa agenda e indicar ao comité para que esta também possa trabalhar juntamente com o governo.
Temos a falta de organização atempada para as participações , se as federações atempadamente entregarem os seus planos e orçamento, facilitará  o comité na preparação do seu plano de actividade, de orçamento e a procura de novos parceiros para ajudar as federações.
Vamos tentar a partir do próximo ano ver uma forma de poder ajudar as federações ou pelo menos aquelas que tem mais necessidade uma maior organização e gestão para depois poder facilitar o trabalho do comité.”
Tendo em conta que o mandato da actual presidência termina em 2018, fora do ciclo olímpico que terminará em 2016 a comité tem como objectivo a preparação dos atletas para o riu 2016 de forma que este possa apresentar maior número de atletas e modalidades.
 Também tem em carteira os jogos africanos no Congo que terá lugar na primeira quinzena de Setembro.
“Já se tem os 5 potenciais atletas que ganharam a bolsa olímpica e que já a muito tem vindo a se esforçarem na preparação do Riu 2016,  Cabo Verde  ira trabalhar ainda com as outras federações para poder ajudá-los a fazer os possíveis e poderem estar no evento,  com a obtenção de convites para as modalidades que não conseguirem chegar a este evento. Nesta primeira fase iremos trabalhar com o foco no riu 2016 e depois disso preparar os dois anos que nos ira sobrar de mandato, mas sempre com o foco em preparar e ajudar os atletas na obtenção de maior performance a nível internacional.”declarou Filomena.
Segundo Filomena o comité tinha pedido um total de treze a desaceis bolsas,mas só conseguiram a aquisição para 5 atletas o que consideram um bom começo para o pais visto que é pela primeira vez que consegue esta quantia da solidariedade Olímpica.
“tivemos 5 bolsas, acho um bom começo porque é a primeira vez que Cabo Verde tem tantas bolsas olímpicas,  é claro que gostaríamos de ter mais.
Agora iremos trabalhar com os atletas que ficaram de fora quais as possibilidades de conseguirem outros projectos para a preparação do riu 2016”.
Questionada quanto a desafios que a comité olímpica vem enfrentando Filomena relata que não se tem tido muitas ajudas para o comité, a pedido das federações vai dando algum apoio aos atletas pontualmente para participar nas competições que lhes possam dar algum direito a participar no riu 2016.
“A única verba que o comité tem do governo são correspondente ao pagamento das rendas do imobiliário onde estamos, temos algumas modalidades que estão bem , outras nem por isso mas acho de uma forma geral que todos tem feito o possível para representar Cabo Verde condignamente.
Todas as modalidades devem ter a atenção desejada e o atletismo esta trilhar um bom caminho e alcançado bons resultados porque tem havido mais competições e mais atletas a trabalhar na Diáspora, temos uma maior capacidade de organização”

O atletismo tem feito um trabalho no projecto de kids atletiks a trabalhar com as escolas do ensino básico em todas as ilhas e e acredita Filomena que isto poderá vir a dar bons frutos.