A presidente do Comité Olímpico de Cabo Verde Filomena Fortes
declara que Cabo Verde tem ainda um longo trabalho a fazer em rol das competições
nacionais, como torneios e então poder identificar os melhores para representar
o pais na Diáspora.
“Temos que trabalhar uma agenda desportiva ou seja cada
federação deverá ter essa agenda e indicar ao comité para que esta também
possa trabalhar juntamente com o governo.
Temos a falta de organização atempada para as participações
, se as federações atempadamente entregarem os seus planos e orçamento,
facilitará o comité na preparação do seu
plano de actividade, de orçamento e a procura de novos parceiros para ajudar as
federações.
Vamos tentar a partir do próximo ano ver uma forma de poder
ajudar as federações ou pelo menos aquelas que tem mais necessidade uma maior
organização e gestão para depois poder facilitar o trabalho do comité.”
Tendo em conta que o mandato da actual presidência termina em
2018, fora do ciclo olímpico que terminará em 2016 a comité tem como objectivo
a preparação dos atletas para o riu 2016 de forma que este possa apresentar
maior número de atletas e modalidades.
Também tem em carteira
os jogos africanos no Congo que terá lugar na primeira quinzena de Setembro.
“Já se tem os 5 potenciais atletas que ganharam a bolsa olímpica
e que já a muito tem vindo a se esforçarem na preparação do Riu 2016, Cabo Verde ira trabalhar ainda com as outras federações
para poder ajudá-los a fazer os possíveis e poderem estar no evento, com a obtenção de convites para as modalidades
que não conseguirem chegar a este evento. Nesta primeira fase iremos trabalhar
com o foco no riu 2016 e depois disso preparar os dois anos que nos ira sobrar
de mandato, mas sempre com o foco em preparar e ajudar os atletas na obtenção
de maior performance a nível internacional.”declarou Filomena.
Segundo Filomena o comité tinha pedido um total de treze a
desaceis bolsas,mas só conseguiram a aquisição para 5 atletas o que consideram
um bom começo para o pais visto que é pela primeira vez que consegue esta
quantia da solidariedade Olímpica.
“tivemos 5 bolsas, acho um bom começo porque é a primeira vez
que Cabo Verde tem tantas bolsas olímpicas,
é claro que gostaríamos de ter mais.
Agora iremos trabalhar com os atletas que ficaram de fora
quais as possibilidades de conseguirem outros projectos para a preparação do
riu 2016”.
Questionada quanto a desafios que a comité olímpica vem
enfrentando Filomena relata que não se tem tido muitas ajudas para o comité, a
pedido das federações vai dando algum apoio aos atletas pontualmente para
participar nas competições que lhes possam dar algum direito a participar no
riu 2016.
“A única verba que o comité tem do governo são correspondente
ao pagamento das rendas do imobiliário onde estamos, temos algumas modalidades
que estão bem , outras nem por isso mas acho de uma forma geral que todos tem
feito o possível para representar Cabo Verde condignamente.
Todas as modalidades devem ter a atenção desejada e o
atletismo esta trilhar um bom caminho e alcançado bons resultados porque tem
havido mais competições e mais atletas a trabalhar na Diáspora, temos uma maior
capacidade de organização”
O atletismo tem feito um trabalho no projecto de kids
atletiks a trabalhar com as escolas do ensino básico em todas as ilhas e e acredita
Filomena que isto poderá vir a dar bons frutos.

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