terça-feira, 16 de junho de 2015

“falta-nos muita competição em Cabo Verde” Felomena Fortes

A presidente do Comité Olímpico de Cabo Verde Filomena Fortes declara que Cabo Verde tem ainda um longo trabalho a fazer em rol das competições nacionais, como torneios e então poder identificar os melhores para representar o pais na Diáspora.
“Temos que trabalhar uma agenda desportiva ou seja cada federação deverá ter essa agenda e indicar ao comité para que esta também possa trabalhar juntamente com o governo.
Temos a falta de organização atempada para as participações , se as federações atempadamente entregarem os seus planos e orçamento, facilitará  o comité na preparação do seu plano de actividade, de orçamento e a procura de novos parceiros para ajudar as federações.
Vamos tentar a partir do próximo ano ver uma forma de poder ajudar as federações ou pelo menos aquelas que tem mais necessidade uma maior organização e gestão para depois poder facilitar o trabalho do comité.”
Tendo em conta que o mandato da actual presidência termina em 2018, fora do ciclo olímpico que terminará em 2016 a comité tem como objectivo a preparação dos atletas para o riu 2016 de forma que este possa apresentar maior número de atletas e modalidades.
 Também tem em carteira os jogos africanos no Congo que terá lugar na primeira quinzena de Setembro.
“Já se tem os 5 potenciais atletas que ganharam a bolsa olímpica e que já a muito tem vindo a se esforçarem na preparação do Riu 2016,  Cabo Verde  ira trabalhar ainda com as outras federações para poder ajudá-los a fazer os possíveis e poderem estar no evento,  com a obtenção de convites para as modalidades que não conseguirem chegar a este evento. Nesta primeira fase iremos trabalhar com o foco no riu 2016 e depois disso preparar os dois anos que nos ira sobrar de mandato, mas sempre com o foco em preparar e ajudar os atletas na obtenção de maior performance a nível internacional.”declarou Filomena.
Segundo Filomena o comité tinha pedido um total de treze a desaceis bolsas,mas só conseguiram a aquisição para 5 atletas o que consideram um bom começo para o pais visto que é pela primeira vez que consegue esta quantia da solidariedade Olímpica.
“tivemos 5 bolsas, acho um bom começo porque é a primeira vez que Cabo Verde tem tantas bolsas olímpicas,  é claro que gostaríamos de ter mais.
Agora iremos trabalhar com os atletas que ficaram de fora quais as possibilidades de conseguirem outros projectos para a preparação do riu 2016”.
Questionada quanto a desafios que a comité olímpica vem enfrentando Filomena relata que não se tem tido muitas ajudas para o comité, a pedido das federações vai dando algum apoio aos atletas pontualmente para participar nas competições que lhes possam dar algum direito a participar no riu 2016.
“A única verba que o comité tem do governo são correspondente ao pagamento das rendas do imobiliário onde estamos, temos algumas modalidades que estão bem , outras nem por isso mas acho de uma forma geral que todos tem feito o possível para representar Cabo Verde condignamente.
Todas as modalidades devem ter a atenção desejada e o atletismo esta trilhar um bom caminho e alcançado bons resultados porque tem havido mais competições e mais atletas a trabalhar na Diáspora, temos uma maior capacidade de organização”

O atletismo tem feito um trabalho no projecto de kids atletiks a trabalhar com as escolas do ensino básico em todas as ilhas e e acredita Filomena que isto poderá vir a dar bons frutos.

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